Atlânticas oferece bolsas no exterior para pesquisadoras negras e indígenas
Da Redação
Foto: Magnific.com/Divulgação
Mulheres negras, indígenas, quilombolas e ciganas podem concorrer a bolsas para desenvolver parte de suas pesquisas em instituições internacionais. A segunda edição do Programa Atlânticas – Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência receberá propostas até 30 de setembro.
A chamada dispõe de R$ 4,925 milhões e é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em parceria com os ministérios da Igualdade Racial, das Mulheres e dos Povos Indígenas. As bolsas deverão ser iniciadas entre março de 2027 e dezembro de 2028.
A primeira edição do programa, lançada em 2024, contemplou 86 pesquisadoras. A nova seleção ampliou as modalidades disponíveis para alcançar diferentes momentos da trajetória científica e tecnológica.
Modalidades oferecidas
A modalidade Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior Júnior é voltada a pesquisadoras matriculadas em doutorado no Brasil. As atividades internacionais poderão durar de um a 12 meses e devem contribuir para o aprofundamento teórico, a coleta de dados ou o desenvolvimento de parte da tese que será defendida no país.
A modalidade Sênior destina-se a mulheres com título de doutorado e, em regra, pelo menos cinco anos de experiência em pesquisa, desenvolvimento ou inovação. A permanência no exterior também poderá variar de um a 12 meses.
Já o pós-doutorado no exterior atende pesquisadoras com título de doutora e prevê projetos com duração de seis a 12 meses.
O apoio pode incluir mensalidade, passagens, auxílio para instalação, deslocamento, seguro-saúde e adicional de localidade nos destinos considerados de alto custo pelo CNPq.
Como apresentar a proposta
As candidatas devem possuir currículo atualizado na Plataforma Lattes e apresentar, conforme a modalidade escolhida, plano de trabalho ou projeto de pesquisa, carta de aceitação da instituição estrangeira, documentos da orientação acadêmica e comprovação de conhecimento do idioma utilizado no destino.
As propostas precisam ser enviadas exclusivamente pela Plataforma Integrada Carlos Chagas até as 23h59 do dia 30 de setembro. O formulário solicita informações em português e inglês sobre a candidata, a instituição anfitriã, a área de conhecimento, o projeto e o orçamento.
A seleção terá análise técnico-científica e procedimentos de confirmação da autodeclaração. Mulheres indígenas, quilombolas e ciganas deverão apresentar memorial sobre a trajetória pessoal e os vínculos étnicos, comunitários e territoriais.
Foto: Magnific.com/Divulgação
Mulheres negras, indígenas, quilombolas e ciganas podem concorrer a bolsas para desenvolver parte de suas pesquisas em instituições internacionais. A segunda edição do Programa Atlânticas – Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência receberá propostas até 30 de setembro.
A chamada dispõe de R$ 4,925 milhões e é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em parceria com os ministérios da Igualdade Racial, das Mulheres e dos Povos Indígenas. As bolsas deverão ser iniciadas entre março de 2027 e dezembro de 2028.
A primeira edição do programa, lançada em 2024, contemplou 86 pesquisadoras. A nova seleção ampliou as modalidades disponíveis para alcançar diferentes momentos da trajetória científica e tecnológica.
Modalidades oferecidas
A modalidade Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior Júnior é voltada a pesquisadoras matriculadas em doutorado no Brasil. As atividades internacionais poderão durar de um a 12 meses e devem contribuir para o aprofundamento teórico, a coleta de dados ou o desenvolvimento de parte da tese que será defendida no país.
A modalidade Sênior destina-se a mulheres com título de doutorado e, em regra, pelo menos cinco anos de experiência em pesquisa, desenvolvimento ou inovação. A permanência no exterior também poderá variar de um a 12 meses.
Já o pós-doutorado no exterior atende pesquisadoras com título de doutora e prevê projetos com duração de seis a 12 meses.
O apoio pode incluir mensalidade, passagens, auxílio para instalação, deslocamento, seguro-saúde e adicional de localidade nos destinos considerados de alto custo pelo CNPq.
Como apresentar a proposta
As candidatas devem possuir currículo atualizado na Plataforma Lattes e apresentar, conforme a modalidade escolhida, plano de trabalho ou projeto de pesquisa, carta de aceitação da instituição estrangeira, documentos da orientação acadêmica e comprovação de conhecimento do idioma utilizado no destino.
As propostas precisam ser enviadas exclusivamente pela Plataforma Integrada Carlos Chagas até as 23h59 do dia 30 de setembro. O formulário solicita informações em português e inglês sobre a candidata, a instituição anfitriã, a área de conhecimento, o projeto e o orçamento.
A seleção terá análise técnico-científica e procedimentos de confirmação da autodeclaração. Mulheres indígenas, quilombolas e ciganas deverão apresentar memorial sobre a trajetória pessoal e os vínculos étnicos, comunitários e territoriais.